O caso particular do Espectro do Hidrogénio
O espectro do hidrogénio atómico apresenta, na região do visível, quatro linhas ou riscas bem definidas e distintas tendo a sua interpretação sido um dos grandes desafios para os cientistas dos finais do século XIX, já que a mecânica Clássica não conseguia explicar a descontinuidade espectral.
Apesar das tentativas de Balmer de interpretar do espectro do hidrogénio, através de uma relação matemática empírica que se ajustava às características ondulatórias do espectro, só após os trabalhos de Planck, através do enunciado da quantificação da energia electromagnética e com a interpretação do efeito fotoeléctrico por Einstein, se conseguiu chegar a uma explicação teórica para o especro de hidrogénio.
Os electrões de um conjunto de átomos de hidrogénio podem transitar para os estados excitados, absorvendo energia através de vários processos.
Ao “regressarem” a estados de energia mais baixos emitem energia sob a forma de radiação electromagnética dando origens às riscas que se observam no espectro.
Um estudo mais pormenorizado do espectro atómico de emissão do hidrogénio revelou a existência de mais riscas espectrais além das visíveis. Há um conjunto de riscas na zona do ultravioleta e outros conjuntos na zona do infravermelho.
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